segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Reticência 18

Fronte insossa num verniz divinal,
Fantasia, alegoria, um carnaval.
Destemida afeição, sobrevive
Quase sempre ilusão, um declive.
Enquanto a gente desaprende
Cabedal vem, nos prende.
Quero um barraco de taipa,
Quero aprender a viver.
Pura Antropofagia.
                                     

3 comentários:

Vital disse...

brasil tupi antropofagico fabuloso.

Alan Félix disse...

movimento antropofagico.

wcastanheira disse...

quero aprender a viver...gostei da nmensagem, dificil de interpretar, mas fala ao coração, ´bom andar por aqui, leva-me a meditar, bjos, bjos, bjoss